OBVIOUS

Lições REAIS sobre relacionamentos


mensagem final dos artigos da Obvious

“Se você me ama, não precisa odiá-la. E se você a ama, não precisa me odiar,” foi o que Meghan Markle disse sobre Kate Middleton na recente entrevista com a Oprah. Deixando de lado as brigas da família real britânica (por que quem tempo para acompanhar tudo? Isso mesmo, eu), podemos fazer um paralelo interessante entre os relacionamentos de Meghan e Kate com seus respectivos príncipes. Parafraseando de forma distorcida a icônica frase inicial de Anna Karenina, de Tolstoi: todos os relacionamentos felizes não são iguais, e os infelizes são infelizes também cada um à sua maneira.

Kate e William se conheceram na faculdade e namoraram por muito tempo antes de casar. Com Meghan e Harry rolou aquele match feito por amigos e o pedido de casamento foi rapidão. Meghan não se adaptou à realidade de Harry então eles criaram uma realidade própria. Kate se adaptou completamente ao mundo de William e eles mantiveram as tradições da família.

Tá, Clarissa, não aguento mais esses detalhes nada a ver, que que eu tenho com isso? Literalmente meio que nada, mas meu sonho de princesa (trocadilho intencional) é que eles sirvam como pequenas provas de que toda forma de amor – saudável – é valida.

Essa ideia da fórmula do amor foi exacerbada em uma pesquisa estatística com 2.000 pessoas para gerar uma equação do amor, que eu coloco aqui: L = 8 + .5Y – .2P + .9Hm + .3Mf + J – .3G – .5(Sm – Sf)2 + I + 1.5C. Se é infalível ou não, é impossível saber (mas eu diria com uma certa certeza que não é infalível e inclusive é um pouco inútil, mas aí vai de cada um. Embora eu tenha sim testado com meu relacionamento anterior que durou 7,5 anos e o resultado foi 7,2, então sei lá).

Saindo da ciência e entrando na busca de uma fórmula no mundo do entretenimento: em Black Mirror vemos um episódio que mostra a validade dos relacionamentos e na série The One há a tentativa de provar a compatibilidade via testes de DNA. O match precisa ser tão complicado assim?

A coisa mais legal que encontrei ao longo dos anos de pesquisa intensa sobre o tema foi a regra do 5 pra 1, e não, não é uma gíria para p*nheta. A regra funciona assim: para cada momento ruim, precisamos viver cinco momentos bons com a arroba. E quando algum de vocês errar, a ideia é que a gente pare, respire fundo, e reconheça cinco coisas boas para cada ruim. (Mas também temos que levar em conta que passei muitos anos em um relacionamento péssimo então talvez minha pesquisa não tenha sido nem tão intensa e nem tão inteligente.)

Só que assim: não existe relacionamento perfeito, e não existe uma receita pra seguir e ter certeza que vai dar certo. E, se você estivesse em outro site, talvez a frase seguinte fosse: e isso é que o bonito da vida, a incerteza… Mas você não está, então a frase é: pode até ser bonito, mas também pode deixar ansiosa e nervosa e querendo marcar consulta com a taróloga pra amanhã. E isso que é bonito (brincadeira).

A minha fórmula pessoal é: enquanto vocês dois (ou três, ou quatro, tá tudo liberado) quiserem ficar juntos, se esforçarem por um ambiente saudável e com respeito, e cultivarem o carinho, a jornada em conjunto pode ser construída pra ser gostosa, na felicidade e na tristeza, na parceria e no espaço pessoal, até que a vontade os separe (ou não).

Essa matéria é patrocinada por Inner Circle, que assim como a gente acredita tanto no amor ao primeiro match, quanto na delícia que é aquele flertezinho safado via app de relacionamento. gostoso demais. vamos de chance? baixe o app por este link e ganhe o 1º mês de assinatura premium grátis, bb!

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