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"Pensem em todas as garotas que poderiam se tornar grandes atletas, mas largam o esporte porque têm medo de ter músculos definidos demais e serem ridicularizadas ou chamadas de não atraentes por isso."

 

Quem disse essa frase foi Serena Williams, um dos nomes mais influentes do tênis mundial. Infelizmente, em 2020, a frase de Serena ainda faz muito sentido, já que as meninas e mulheres de todo o mundo continuam tendo uma relação conturbada com a prática esportiva. E não é para menos: sempre que avançamos um pouquinho, surgem milhares de críticas sobre a aparência do nosso corpo, nosso desempenho e os comportamentos que precisamos adotar durante a prática.  

 

De uma unha cortada e sem esmalte, um coque alto e desajeitado que limpa a nossa visão, passando pela recriminação das roupas que vestimos e até pelo suor que nosso corpo produz naquele momento de esforço. Nossa potência incomoda e às vezes parece que nunca seremos boas o suficiente. Mas nós resistiremos porque o movimento é uma forma poderosa de fazer com que a nossa autoestima seja consolidada. Com o esporte, aprendemos o valor da disciplina, do trabalho em equipe, da resiliência e o mais importante: a maravilha do bem estar físico e mental. E onde tudo isso deságua? Na construção da nossa autoconfiança como mulheres. Bom dia, Obvious.

 

Eu sou a Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious e hoje converso com a educadora física e multi facetada Aline Inocencio, sobre a construção da autoestima feminina por meio dos esportes.  Esse episódio foi possível graças ao apoio da Refinery29 e de Dove, que assim como nós, acreditam que quanto mais fortes e resistentes nós formos, mais espaço em posições de destaque na sociedade conquistaremos.